E se o Brasil fosse mais mágico do que nos contaram quando éramos crianças? E se a nossa magia fosse além da existência de simples criaturinhas humanoides, geralmente pernetas, que usam uma toca vermelha e estão sempre acompanhados de um cachimbo velho? Se existissem perigos maiores do que o ataque de uma bruxa-jacaré de cabelos loiros, extremamente vaidosa.... Ou animais ainda mais assustadores do que uma Mula-Sem-Cabeça?
A bem da verdade, nunca me senti atraído por nenhum dos nossos seres mitológicos. É bom frisar que isso não significa que eu não os admire, muito pelo contrário. Adorava assistir O Sítio do Pica-Pau Amarelo, nas extintas manhãs felizes que a Globo proporcionou. Mas o fato é que esses contos, e essas criaturas, não são atrativos o bastante para criarmos uma onda de leitura como, por exemplo, a dos bruxos, vampiros, semideuses, fantasmas e, por que não, alienígenas?
Quem disse que não há uma comunidade bruxa em nosso país? É claro que há! E não apenas uma, afinal, nosso país foi colônia de diversos outros países culturalmente ricos em magia. Imigrantes da Bruxaria Tradicional, vindos direto do Reino Unido, seguidores das antigas tradições de Avalon. A ritualística e inesquecível magia oriental, trazida para cá pelos japoneses. e chineses. A belíssima e refinada magia francesa, com sua tradição feérica. A Stregheria, tradição originária da Itália. E, é claro, como poderíamos esquecer das ancestrais tradições indígenas? Devemos lembrar que eles estavam aqui antes de todos nós... E você ficaria surpreso com as revelações que a Academia de Magia Vitorégia tem acerca disso.
Se há uma comunidade mágica em nosso país, é de praxe que exista também um local para que jovens feiticeiros aprendam a controlar seus poderes, assim como nós, meros mundanos¹, frequentamos a escola e, posteriormente, a universidade, em busca de controlar nossos dotes sociais e intelectuais. O que seria do mundo se não houvesse o ensino? Seria um desastre. Exatamente como já foi um dia.
Há muito tempo, nos primórdios do ensino mágico, cada aprendiz tinha o seu próprio mestre para lhe guiar nos caminhos da magia. Ambos criavam uma relação que durava por anos, talvez séculos, até que todos os ensinamentos do mestre fosse passado para o aprendiz. E assim sucessivamente pois, afinal, o aprendiz logo se tornava um mestre e adotava o seu próprio discípulo. Contudo, em tempos modernos, com o crescente aumento da população mágica, a era dos mestres e aprendizes chegou ao "fim". Não haviam mestres o suficiente para ensinar todos os jovens que nasciam com o Dom da Magia e, portanto, o Conselho da Magia optou pela criação de Centros Educacionais, onde um único mestre lecionaria para muito mais do que apenas um aprendiz. E assim nasceram as Escolas de Magia, espalhadas por todo o globo, uma mais peculiar que a outra. Todas com o mesmo objetivo: Treinar jovens poderosos e perigosos.
A Academia de Magia Vitorégia é uma das centenas de escolas de magia que existem, sendo uma das primeiras a ser criada. Você pode ler a história resumida clicando aqui. A sede é um castelo de proporções gigantescas, situado no topo da montanha mais alta de Hy-Brazil, a mítica ilha que poucos conhecem e que, muitas vezes, já foi confundida com Avalon. É nesse cenário, tanto em Vitorégia quanto em outros locais da Ilha mítica, que nosso herói, Arthur Espinel, 17 anos, vai descobrir os prazeres e desventuras que acompanham os nascidos mágicos.
Arthur Espinel não é um feiticeiro comum. Não porquê existam profecias sobre ele, ou que o mesmo tenha sido escolhido para um propósito maior no mundo da magia. Não! Ele é um "Retardado", como são conhecidos os feiticeiros que descobrem sua magia depois dos 11 anos. Esse fato o torna diferente da maioria dos jovens magos e bruxas, pois não sabe controlar seus poderes e, desse jeito, acaba por se tornar um alvo fácil para Os Inquisidores.
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Se você, caro visitante, leu até aqui e se interessou pela história, peço para que curta nossa página no Facebook e fique de olho aqui no site pois, frequentemente, estarei publicando novidades acerca deste mundo mágico. O livro? Ainda está em processo de escrita. :)
Deixe seu comentário logo abaixo. Diga o que achou.
Se há uma comunidade mágica em nosso país, é de praxe que exista também um local para que jovens feiticeiros aprendam a controlar seus poderes, assim como nós, meros mundanos¹, frequentamos a escola e, posteriormente, a universidade, em busca de controlar nossos dotes sociais e intelectuais. O que seria do mundo se não houvesse o ensino? Seria um desastre. Exatamente como já foi um dia.
Há muito tempo, nos primórdios do ensino mágico, cada aprendiz tinha o seu próprio mestre para lhe guiar nos caminhos da magia. Ambos criavam uma relação que durava por anos, talvez séculos, até que todos os ensinamentos do mestre fosse passado para o aprendiz. E assim sucessivamente pois, afinal, o aprendiz logo se tornava um mestre e adotava o seu próprio discípulo. Contudo, em tempos modernos, com o crescente aumento da população mágica, a era dos mestres e aprendizes chegou ao "fim". Não haviam mestres o suficiente para ensinar todos os jovens que nasciam com o Dom da Magia e, portanto, o Conselho da Magia optou pela criação de Centros Educacionais, onde um único mestre lecionaria para muito mais do que apenas um aprendiz. E assim nasceram as Escolas de Magia, espalhadas por todo o globo, uma mais peculiar que a outra. Todas com o mesmo objetivo: Treinar jovens poderosos e perigosos.
A Academia de Magia Vitorégia é uma das centenas de escolas de magia que existem, sendo uma das primeiras a ser criada. Você pode ler a história resumida clicando aqui. A sede é um castelo de proporções gigantescas, situado no topo da montanha mais alta de Hy-Brazil, a mítica ilha que poucos conhecem e que, muitas vezes, já foi confundida com Avalon. É nesse cenário, tanto em Vitorégia quanto em outros locais da Ilha mítica, que nosso herói, Arthur Espinel, 17 anos, vai descobrir os prazeres e desventuras que acompanham os nascidos mágicos.
Arthur Espinel não é um feiticeiro comum. Não porquê existam profecias sobre ele, ou que o mesmo tenha sido escolhido para um propósito maior no mundo da magia. Não! Ele é um "Retardado", como são conhecidos os feiticeiros que descobrem sua magia depois dos 11 anos. Esse fato o torna diferente da maioria dos jovens magos e bruxas, pois não sabe controlar seus poderes e, desse jeito, acaba por se tornar um alvo fácil para Os Inquisidores.
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